terça-feira, 12 de janeiro de 2016

ESPERANDO A VOLTA DE JESUS.

ESPERANDO A VOLTA DE JESUS.

TER UMA VIDA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO.

A NECESSIDADE DA PLENITUDE DO ESPÍRITO

Buscar a vida cheia do Espírito é uma necessidade urgente de cada crente,pelas seguintes razões:

É Um Mandamento de Deus.Há uma dupla ordem para o crente,a de não se embriagar com vinho,mas encher-se do Espírito (Ef5.18).O verbo "enchei-vos" está no imperativo,plural,tempo presente(ação contínua)e na vóz passiva.Isto revela que ter uma vida plena do Espírito é um mandamento divino para todos os crentes,que é uma experiência contínua em que o indivíduo tem uma participação efetiva nesse ato de Deus encher.

É o Único Meio de ser espiritual.O crente sem a plenitude do Espírito é um crente sujeito às fraquezas da carne,cujas as evidências são bem conhecidas(1Co 3.1;Gl 5.19-21;1Pe 2.1).

EVIDÊNCIAS DA PLENITUDE DO ESPÍRITO NA VIDA.

Vida espiritual.
"Porque os que são segundo a carne(Karta sarka,de acordo com a carne)inclinam-se para as coisas da carne;mas os que são segundo o Espírito (Karta pneuma,de acordo com o Espírito),para as coisas do Espírito."

"O Vs.6.apresenta um forte contraste:Porque a inclinação da carne é morte(concentrada) ;mas a inclinação do Espírito é vida e paz.(Rm 8.5,6)."

O Espírito Santo é o fôlego de vida da Igreja".

Vida Frutífera.A vida cheia do Espírito evidencia-se no "fruto do Espírito"(Gl 5.22-23).

O fruto  do Espírito é a manifestação das virtudes de Deus na vida do crente,conforme o grau de entrega desse crente como servo ao Senhor.É uma obra do Espírito Santo,transmitindo ao homem toda a plenitude de Deus (Ef 3.16-19).

O fruto do Espírito  são  qualidades do caráter  de Cristo incorporadas ao caráter do crente,e que se expressam no relacionamento com Deus,com o próximo e consigo mesmo.

Eficiência no uso dos Dons espirituais.A plenitude do Espírito evidencia-se também no uso eficiente dos dons espirituais.É na plenitude do Espírito que o serviço cristão se realiza plenamente (At 1.8;4.31;1Ts 1.5).

Dom do Espírito.O batismo no Espírito Santo é a experiência subsequente a salvação que capacita o crente:
1. Ao ministério evangelístico(At1.8;8.1-40);
2. A falar em outras líguas      (At 2.4;10.46,46);
3. A testemunhar com poder e ousadia(At 4.7-22,31);
4. Agir sobrenaturalmente (At 5.1-11);
5. A servir a igreja em suas necessidades sociais(At 6.1-7);
6. Atender a chamada ministerial específica(At 13.1-4);
7. A contribuir com o avanço do reino de Deus(At 6.7);
8. A glorificar e orar a Deus poderosamente(At 10.45,46;Ef5.18-20;Rm 8.26;Jd v.20).

Dom de discernimento de espíritos.capacidade sobrenatural de discernir,estabelecer diferênça,afim de que não sejamos enganados por espíritos e manifestações espirituais que,apesar das aparências,não se originam em Deus,mas em fontes demoníacas e carnais(1Co12.10).

Dom da palavra da ciência.capacidade sobrenatural concedida diretamente pelo Espírito Santo,que nos habilita a conhecer fatos e circunstâncias que se acham ocultos.

ANDANDO EM AMOR

"O amor não é um dom espiritual,mas é a principal virtude de um cristão".

O amor é o cartão de identidade do salvo - “Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo” (1João 2:10). Foi o Senhor Jesus quem estabeleceu uma maneira de identificar os seus discípulos. Conforme disse Jesus, o salvo é identificado pelo seu viver em amor – “nisto conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35).

Na cultura grega, o amor era visto sob quatro ângulos:

Amor “eros”: Termo grego para o amor sensual. Daí a palavra “erótico”. Esse é o amor físico, da carícia, da relação sexual. Quando um rapaz diz para a namorada: “Estou apaixonado por você!”, ele quer expressar o amor “eros”. Por isso tal amor é também conhecido como paixão. Apesar de tudo isso, esse amor é passageiro.

Amor “fileo”: É o amor-amizade, fraternal, social. Desse vocábulo grego (“fileo”) temos algumas palavras derivadas, como Filadélfia (“fileo”, amor-amizade, e “adelfos”, irmãos) que significa “amor entre irmãos” ou “amizade fraternal; Teófilo (“Teos”, Deus, e “fileo”, amizade ou amigo) que quer dizer “amigo de Deus”; Filantropia (“fileo”, amizade, e “antropos”, homem) significa “amor humano”. Em suma, se você possui boas amizades, logo o que está em evidência é o amor “fileo”.

Amor “storge”: É o amor conjugal, familiar, doméstico. Longe de ser interesseiro, esse amor é humilde, objetivo e sacrificial. É o amor que une o marido à sua mulher bem como os pais aos filhos. Logo, em um lar onde reina a harmonia, está em ação o amor “storge”.

Amor “ágape”: Dos quatro, este é o amor maior, pois tem origem no próprio Deus que é a revelação clara desse amor (Jo 3.16; 1Jo 4.8-18; 1Co 13.1-13; Ef 5.25. — o amor de Deus, que foi manifestado na vida de Jesus.

Este possui três dimensões: amor a Deus, a si mesmo e ao próximo (Lc 10.27).

AMOR A DEUS — A DIMENSÃO VERTICAL.

 1.O primeiro mandamento: amar a Deus (v.30). Um escriba aproximou-se de Jesus e perguntou-lhe qual seria o “primeiro de todos os mandamentos” (Mc 12.28). O Mestre, serenamente, respondeu, citando Dt 6.5, que diz: “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder”.

a) “De todo o teu coração”. No Antigo Testamento, Deus disse: “Não terás outros deuses diante de mim” (Ex 20.3). Era um preceito, uma determinação legal. Nosso Senhor Jesus Cristo, tomou esse preceito e o transportou para a esfera do amor. O Senhor não admitia nem admite que o crente tenha outro deus além dEle, em seu coração. Não se pode servir a Deus com coração dividido. O amor a Ele devotado deve ser total, incondicional e exclusivo, verdadeiro e santo. É condição indispensável, inclusive, para poder encontrar a Deus: “E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13).

b) “De toda a tua alma”. A alma é a sede das emoções, dos sentimentos. Podemos dizer que é o centro da personalidade humana. O amor a Deus deve preencher todas as emoções e sentimentos do cristão. Maria disse: “A minha alma engrandece ao Senhor” (Lc 1.46). O salmista adorou: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios” (Sl 103.1,2).

c) “De todo o teu entendimento”. Isso fala de compreensão, de conhecimento. Aquele que ama a Deus de verdade, tem consciência plena desse amor, sendo, por isso, grato ao Senhor. É o culto racional (Rm 12.1b).

d) “De todas as tuas forças”. Certamente, o Senhor Jesus referia-se aos esforços espiritual, pessoal, emocional, e, muitas vezes, até físico, voltados para a adoração a Deus.

2. O exemplo de Jesus. Sabemos o que é o amor agapē pelo exemplo de Jesus. É o amor que Jesus ensinou e viveu (Jo 14.21); é difícil de compreender. O apóstolo Paulo fala a esse respeito em Efésios 3.17-19. Neste texto, observamos que este amor leva-nos a amar: arraigados em amor, para compreendê-lo e conhecê-lo!

3. O teste do amor agapē. Seu amor agapē é direcionado a Deus? Isto pode ser verificado através de sua obediência. Jesus disse: “Se me amardes, guardareis [obedecereis] os meus mandamentos” (Jo 14.15); “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda [obedece], este é o que me ama” (Jo 14.21); “Se alguém me ama, guardará [obedecerá] a minha palavra. [...] Quem não me ama não guarda [obedece] as minhas palavras” (Jo 14.23,24). O Espírito Santo revela-nos o amor de Deus com o intuito de amá-lo e conhecê-lo ainda mais. Nossa sensibilidade em sua direção expressa obediência, e agrada a Deus.

AMOR AO PRÓXIMO — A DIMENSÃO HORIZONTAL

Não conseguiremos amar nosso semelhante com amor agapē, salvo se amarmos a Deus primeiro. É o Espírito Santo que nos capacita para cumprir o segundo maior mandamento da lei (Lv 19.18). O apóstolo João enfatizou a importância do amor agapē ao próximo: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade [o amor] é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é caridade [amor]. [...] Se nós amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeita a sua caridade [amor]. Se alguém diz: Eu amo a Deus e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (1Jo 4.7,8,12,20).o amor ao próximo se demostra com ações.

Tudo o que somos e fazemos deve estar saturado de amor(1Co16.14).
O amor promove o crescimento do corpo de Cristo (Ef 4.16).
Os que servem na obra do Senhor devem servir em amor(2Co12.15).
O amor na vida do crente deve ser exemplar (1Tm 4.12).
O amor  deve dominar o sentimento dos crentes em relação àqueles que pressidem sobre eles (1Ts 5.12,13).
O amor é o elo que determina o aperfeiçoamento dos crentes(Cl3.14;2.2),e ajuda-nos a amar até seus inimigos e orar por eles(Lc 23.34;At 7.60;Rm12.20).

Ao exortar um intérprete da lei a amar a Deus e o próximo, Jesus afirmou: “Faze isso e viverás”, ele, porém, perguntou-lhe: “Quem é o meu próximo?”. Leia a resposta do Mestre em Lucas 10.30-37.

 AMOR A SI MESMO — A DIMENSÃO INTERIOR

1. O “amor a si mesmo” reflete o amor de Deus por nós. Pode parecer estranho sugerir que o amor agapē inclui amar a si mesmo. Este amor leva-nos a preocuparmo-nos com o eu espiritual, e a buscar primeiro o Reino de Deus e sua justiça, porquanto reconhecemos ser a vida eterna mais importante do que nossa existência aqui na terra.
 O cristão que ama a si mesmo com amor agapē não só cuidará de suas necessidades pessoais, mas também permitirá ao Espírito Santo desenvolver o seu caráter mediante o estudo da Palavra de Deus, a oração e a comunhão com outros crentes. Ele desejará que o fruto do Espírito manifeste-se em sua vida, conformando-o à imagem de Cristo diariamente.

2. Relação entre as três dimensões do amor agapē. Estas dimensões são interdependentes. O amor que dedicamos a nós mesmos revela o nosso amor ao próximo, o qual, evidencia o nosso amor a Deus (1Jo 4.20,21). Precisamos aprender com o Espírito Santo o que significa o amor agapē. Em Efésios 5.10 está escrito para aprendermos a discernir o que é agradável ao Senhor. Como? Com o auxílio do Espírito Santo! Sem ele, podemos amar mais a glória dos homens do que a de Deus (Jo 12.43); mais as trevas do que a luz (Jo 3.19); mais a família do que Jesus (Mt 10.37); e priorizar os lugares mais importantes (Lc 11.43).

VIVENDO EM SANTIDADE.

Santidade engloba todos os aspectos da vida humana.

A santificação é a relação com Deus na qual os homens entram pela fé em Cristo(At 26.18;1co6.11),e à qual o seu direito exclusivo é a morte de Cristo(Ef5.25,26).

É a vontade imutável de Deus(1Ts 4.3).

É a obra da graça de Deus por meio da qual os crentes são capacitados a manter a pureza moral(1Ts 4.4,7).

É o fruto da entrega definitiva na do crente(Rm 6.19,22).

Sua fonte é Jesus Cristo e seu sangue    (Hb 13.12;1Co 1.30).

Sua realização é o ministério principal do Espírito Santo(1Ts4.18;2Ts 2.13;1Pe1.2).

Quanto ao seu caráter,hagiõsune,(1Ts 4.3),não é vicário,ou seja,a "santificação"não pode ser transferida ou imputada,trata-se de possessão individual,construída,pouco a pouco,em resultado de obedecer a palavra de Cristo(Mt 11.29;Jo13.15;Ef 4.20),no poder do Espírito.

A santificação do Espírito está associada com a escolha ou eleição de Deus:é um ato divino que precede a aceitação do evangelho pelo indivíduo..vine

Samuel Brengle disse:"A santidade não tem rodas";ela não virá a nós.Devemos devotar-nos à sua obtenção com um desejo sincero e uma determinação resoluta.

A santidade não isola o crente do convívio social; pelo contrário: é demonstrada em nossos relacionamentos cotidianos (1 Co 1.2; 10.31; Cl 3.12; 1 Pe 1.15).

“O que anda num caminho reto, esse me servirá” (Sl 101:6). Portanto, viver em santidade deve ser uma das características dos crentes salvos que estão esperando desejosos a volta do Senhor Jesus, porquanto esta é uma das exigências de Deus.

PROPÓSITOS DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL

Ao considerarmos os propósitos da frutificação espiritual, constataremos quatro palavras relacionadas ao fruto do Espírito: expressão, discipulado, bênção e glória.

1. Expressar o caráter de Cristo. Todo fruto revela sua árvore de origem. Da mesma maneira, como membros do corpo de Cristo, devemos refletir naturalmente o seu caráter para que o mundo o veja em nós. Quando as pessoas tomam conhecimento de nossa confissão cristã, podemos vir a ser a única bíblia que muitas delas “lerão”.

2. Evidenciar o discipulado. Jesus ensinou que devemos dar “muito fruto” a fim de confirmarmos que somos seus discípulos (Jo 15.8). Ele ressaltou que todo discípulo bem instruído será como o seu mestre (Lc 6.40). Isto significa que não é o bastante aceitar Jesus para afirmar: “Veja, sou crente!” Ele deseja que produzamos muito fruto. Se assim fizermos, estaremos demonstrando que verdadeiramente somos seus discípulos.

3. Abençoar outras pessoas. A manifestação do fruto abençoa os ímpios que nos cercam e também os crentes que veem a evidência do fruto espiritual em nós.

4. Glorificar a Deus (Jo 15.8). O fruto do Espírito é o resultado de uma vida abundante em Cristo. Quando permitimos que a imagem dEle seja refletida em nós, as pessoas glorificam a Deus (Mt 5.16).

Boa aula a Todos!!

Ev.Jocemar Porto.servindo a Igreja de Cristo na terra.






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